Desempenho acima da média histórica reforça o dinamismo do agronegócio e seus impactos na economia

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou uma análise dos dados de janeiro de 2025 do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), destacando o impacto positivo do setor agropecuário na geração de empregos formais.

No primeiro mês do ano, a agropecuária brasileira criou 35.754 novos postos de trabalho, mais que o dobro da média histórica dos últimos 20 anos (14.608 vagas). Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo cultivo de soja (11.746 novos empregos) e pela produção de maçã (9.918 vagas). Outros segmentos, como os serviços de preparo de solo e colheita, o cultivo de uva e a produção de sementes certificadas, também contribuíram significativamente.

A distribuição geográfica dos novos empregos reforça a força do agronegócio no Sul e no Centro-Oeste, que juntos somaram mais de 34 mil novas contratações. Esse cenário evidencia o papel estratégico do setor na economia nacional, refletindo não apenas o avanço da produção, mas também as oportunidades geradas ao longo da cadeia produtiva.

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